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Joca e seu fluglehorn

Ipanema, Visconde de Pirajá esquina com Garcia D’ávila, fazia uns 40º graus. Deparei-me com um senhor de cabelos grisalhos, tocando um fluglehorn, quando resolvi me aproximar. Autorizou-me uma foto e durante breve conversa sobre discos e jazz, seu Joca, – como se apresentou – contou-me também que, após a aposentadoria e com os filhos bem criados e bem encaminhados, ali fixou ponto para transmitir mensagens de paz,- como me disse – com muita música e poesia.

joca

Personagem simpático, além do papo, seu Joca deu-me uma bela poesia de sua autoria, chamada de “Derradeira Sinfonia”, que mais tarde em casa, pude ler com calma. Parabéns pela poesia e um abraço ao seu Joca do Trompete.